Após o carnaval, retornei à Brasília, para buscar os passaportes na embaixada da Austrália.
De lá, segui para a embaixada da Índia. Só entregariam os vistos no dia seguinte,na parte da tarde.
Na manhã seguinte, fui para a última embaixada: Jordânia. Mesmo esquema: entrega do visto apenas 24 horas depois.
Meu último dia na cidade. Fui à embaixada da Jordânia, logo pela manhã, peguei os vistos e voltei p casa!
Não sei se vcs conhecem Brasília, as embaixadas ficam no lugar mais chique da cidade, na verdade são casas imensas,eu diria,mansões. Só a da Austrália tem cara mais formal, as outras são casas c salas de jantar, objetos típicos e claro as respectivas pessoas de cada país. Quando estava na embaixada da Índia, tive uma prévia do q iremos encontrar. A atendente brazuca falava um inglês perfeito c um indiano q lá apareceu. Indiano falando inglês é a coisa mais surreal do mundo: mal abre a boca p articular e ainda por cima percebi q ele faz um "gluglu" entre as palavras. Tentei entender o q ele dizia, e com muito esforço captei a mensagem,rs
Pouco depois, outro indiano entrou na sala, desta vez articulando pior q o primeiro e proliferando muito mais "gluglus". Precisei me segurar p não rir. Não achei graça dele, achei graça do q iremos encontrar na terra de Gandhi.rsrsrs
sexta-feira, 13 de março de 2009
A saga dos vistos - parte II
Após o carnaval, retornei à Brasília, para buscar os passaportes na embaixada da Austrália.
De lá, segui para a embaixada da Índia. Só entregariam os vistos no dia seguinte,na parte da tarde.
Na manhã seguinte, fui para a última embaixada: Jordânia. Mesmo esquema: entrega do visto apenas 24 horas depois.
Meu último dia na cidade. Fui à embaixada da Jordânia, logo pela manhã, peguei os vistos e voltei p casa!
Não sei se vcs conhecem Brasília, as embaixadas ficam no lugar mais chique da cidade, na verdade são casas imensas,eu diria,mansões. Só a da Austrália tem cara mais formal, as outras são casas c salas de jantar, objetos típicos e claro as respectivas pessoas de cada país. Quando estava na embaixada da Índia, tive uma prévia do q iremos encontrar. A atendente brazuca falava um inglês perfeito c um indiano q lá apareceu. Indiano falando inglês é a coisa mais surreal do mundo: mal abre a boca p articular e ainda por cima percebi q ele faz um "gluglu" entre as palavras. Tentei entender o q ele dizia, e com muito esforço captei a mensagem,rs
Pouco depois, outro indiano entrou na sala, desta vez articulando pior q o primeiro e proliferando muito mais "gluglus". Precisei me segurar p não rir. Não achei graça dele, achei graça do q iremos encontrar na terra de Gandhi.rsrsrs
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