Ao sair do hotel, primeira parada: Brandenburger Tor. Gigante e lindo. Ficou isolado durante 28 anos, desde a criação do muro de Berlin. Ao lado, está o Parlamento. Andando mais um pouco, começamos a parte dark do passeio: Memorial do Holocausto. Mais adiante, está a Topografia do Terror, uma exposição relatando td o período insano de Hitler, depois, a II Guerra e pós guerra, finalizando c a Guerra Fria. Bem em frente, alguns trechos ainda de pé do Muro de Berlin, aliás, por td a cidade é possível vê-lo em sua forma natural, pedaços ou ainda sob forma de arte. Passear por East Side Galery dá um up e a tristeza se esvai. Sim, é um trecho altamente turístico, tal como Checkpoint Charlie. Caminhando por td Berlin se vê história, arquitetura, cultura, arte e seu traço de diversidade. Sim, aqui o grupo de alternativos é bem maior do q em qualquer outro lugar da Alemanha. O número de gays, lésbicas, travestis e punks não é tão grande como em Madri, mas aqui se percebe uma maior liberdade. Gosto disso. O número de cães tb é grande, tal como nas outras cidades por onde passamos. Até agora, em tds as cidades da Europa, os cachorros são bem vindos em tds os meios de transporte e em shoppings. E o frio continua surreal!
terça-feira, 26 de março de 2013
Berlin II
Um dia intenso. Primeiro fomos até Hauptbahnhof, uma estação mais central, tentar conseguir um card, q H descobriu fuçando na internet. Funciona assim: caso vc possua o German Pass, basta ir até o setor de informações ao turista nesta estação, apresentá-lo junto c o papel, onde cita a promo. Pronto! Recebemos 2 Berlin cards q nos habilitam a rodar p cima e p baixo em tds os meios de transporte e ter vários descontos em diversas atrações; aliás, os transportes são um caso à parte. O mapa dos trens/metrôs é gigantesco e emaranhado.Sinceramente, eu teria muita dificuldade se o H não fosse o GPS da relação,rs. Andamos bastante por td Berlin e nem pegamos um só trenzinho errado,hehe. Nas próprias estações, vc compra o ticket numa máquina e logo ao lado o valida em uma outra máquina menor. Não existem roletas, bilheterias ou qualquer ser humano p checar se vc comprou ou não o bilhete antes de entrar no trem/metrô; BUT caso um fiscal surja, e o pegue dando calote, vc receberá uma multa de 40 euros e talvez algo mais,rs. Este sistema nunca daria certo no Brasil.
Ao sair do hotel, primeira parada: Brandenburger Tor. Gigante e lindo. Ficou isolado durante 28 anos, desde a criação do muro de Berlin. Ao lado, está o Parlamento. Andando mais um pouco, começamos a parte dark do passeio: Memorial do Holocausto. Mais adiante, está a Topografia do Terror, uma exposição relatando td o período insano de Hitler, depois, a II Guerra e pós guerra, finalizando c a Guerra Fria. Bem em frente, alguns trechos ainda de pé do Muro de Berlin, aliás, por td a cidade é possível vê-lo em sua forma natural, pedaços ou ainda sob forma de arte. Passear por East Side Galery dá um up e a tristeza se esvai. Sim, é um trecho altamente turístico, tal como Checkpoint Charlie. Caminhando por td Berlin se vê história, arquitetura, cultura, arte e seu traço de diversidade. Sim, aqui o grupo de alternativos é bem maior do q em qualquer outro lugar da Alemanha. O número de gays, lésbicas, travestis e punks não é tão grande como em Madri, mas aqui se percebe uma maior liberdade. Gosto disso. O número de cães tb é grande, tal como nas outras cidades por onde passamos. Até agora, em tds as cidades da Europa, os cachorros são bem vindos em tds os meios de transporte e em shoppings. E o frio continua surreal!
Ao sair do hotel, primeira parada: Brandenburger Tor. Gigante e lindo. Ficou isolado durante 28 anos, desde a criação do muro de Berlin. Ao lado, está o Parlamento. Andando mais um pouco, começamos a parte dark do passeio: Memorial do Holocausto. Mais adiante, está a Topografia do Terror, uma exposição relatando td o período insano de Hitler, depois, a II Guerra e pós guerra, finalizando c a Guerra Fria. Bem em frente, alguns trechos ainda de pé do Muro de Berlin, aliás, por td a cidade é possível vê-lo em sua forma natural, pedaços ou ainda sob forma de arte. Passear por East Side Galery dá um up e a tristeza se esvai. Sim, é um trecho altamente turístico, tal como Checkpoint Charlie. Caminhando por td Berlin se vê história, arquitetura, cultura, arte e seu traço de diversidade. Sim, aqui o grupo de alternativos é bem maior do q em qualquer outro lugar da Alemanha. O número de gays, lésbicas, travestis e punks não é tão grande como em Madri, mas aqui se percebe uma maior liberdade. Gosto disso. O número de cães tb é grande, tal como nas outras cidades por onde passamos. Até agora, em tds as cidades da Europa, os cachorros são bem vindos em tds os meios de transporte e em shoppings. E o frio continua surreal!
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